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26/02/2008
Maturação sexual e capacitação física definem aproveitamento de jovens no profissional
Transição de atletas das categorias de base para o elenco principal de um grande clube é condicionada pelos aspectos biológicos e estruturais

Bruno Camarão
Uma grande competição bate à porta e, junto com a disputa, a necessidade de indicar um elenco equilibrado e competente o suficiente para suportar a pressão dos jogos e a maratona até as fases mais agudas e decisivas. Diante da carência do grupo profissional, recorre-se muitas vezes às categorias amadoras para encontrar a solução dos problemas. Mas como se ter a certeza de que aquele quase adolescente está pronto para encarar o desafio?

Para o ramo da Biologia que estuda as múltiplas funções mecânicas, físicas e bioquímicas nos seres vivos, pelo menos, as dúvidas podem começar a ser sanadas a partir da análise da maturação sexual e da condição física de cada atleta.

“Temos que respeitar antes de tudo a idade biológica do atleta, a maturação óssea e a massa muscular. Elas têm de chegar em um nível equilibrado para se disputar com um atleta profissional. A diferença para o profissional é mais em relação à força. As outras variáveis não têm tanta diferença”, explica Antonio Carlos Fedato Filho, fisiologista, coordenador e Sócio da Romano e Martins Esportes, empresa de consultoria em ciências do esporte.
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