Objeto da paixão de bilhões de pessoas em todo o mundo, o futebol atrai a atenção de todos: dos atletas aos torcedores, dos dirigentes aos patrocinadores, todos têm interesse pela bola rolando.
Se o profissionalismo dos atletas é quase tão antigo quanto o próprio futebol, o mesmo não se pode dizer da gestão do esporte mais popular do mundo.
Apenas nos últimos 20 anos é que a gestão do futebol deu uma guinada irreversível rumo ao profissionalismo, tornando o nobre esporte bretão um negócio cada vez mais lucrativo.
E o aumento dos investimentos diretos no futebol confere cada vez mais importância à necessidade de existência de um marco regulatório claro e seguro, abordando todos os temas ligados ao esporte: atletas, agentes, clubes, dirigentes, ligas, federações, investimentos, etc.
Diversos países já perceberam a irreversibilidade dessa tendência, largando na frente nos debates e atraindo a maior parte dos investimentos.
Lamentavelmente, o Brasil segue nas últimas posições nesta disputa, conformando-se com o papel de mero exportador de "pé-de-obra".
Se esse será o papel relegado ao Brasil dentro do mundo do futebol, só os diversos atores envolvidos é que poderão dizer.
Nesse contexto, o Grupo de Estudos do Direito Aplicado ao Futebol - Gedaf nasce diante da necessidade de se estudar às normas já existentes, fomentando o debate sobre as mesmas e discutindo possíveis formas de solução para os problemas que se apresentem.
Que role a bola e comecem os debates, pois o Gedaf sabe como jogar!